Quem Somos

Equipe Carioca de rugby em cadeira de rodas. Nosso foco principal consiste em melhorar as condições de vida de pessoas que tem algum tipo de deficiência,sendo principalmente: tetraplegia, paralisia cerebral e tetra-equivalência

Reabilitation icon

Reabilitação

Socialization icon

Socialização

Motivation icon

Motivação

Highyeld icon

Alto Rendimento

Apoio

Santer Image

Associação Santer de Ação Comunitária

A Associação Santer de Ação Comunitária é uma instituição sem fins lucrativos e juridicamente qualificada como uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), desta forma permite que doações realizadas por empresas possam ser descontadas no imposto de renda. O foco principal da associação consiste na melhoria da condição de vida da pessoa com deficiência, destacando-se a tetraplegia ou tetra-equivalência.

Beginning Image

Nosso Início

Inicialmente chamada de Guerreiros da inclusão, passou a ser Santer Rio Rugby em 2011 e hoje já conta com 20 atletas e uma comissão técnica com coordenador, treinador, preparador físico e enfermeiro. Estamos em constante renovação, sempre buscando e recrutando novos jogadores nos institutos de reabilitação, hospitais ou por indicação. Nossas mídias socias são as nossas principais ferramentas de divulgação e comunicação.

Goal Image

Momento Atual

O time, além de excelentes resultados adquiridos nos últimos anos, vem revelando atletas que hoje fazem parte da seleção brasileira de rugby em cadeira de rodas. O espírito de equipe atrelado ao bom desempenho dos atletas torna a Santer Rio referência no trabalho da pessoa com deficiência, sendo reconhecido e indicado pelos profissionais de centros de reabilitação.

Mission Image

Missão

Oferecer através do esporte, um ambiente propicio à reabilitação física e ressignificação social da pessoa com deficiência, seja no esporte recreativo como no alto rendimento, estimulando potencialidades e independência para uma vivencia plena e digna na sociedade.

Milestone Image

Visão

Ser reconhecida como a Instituição de referência no Brasil no Apoio à reabilitação e re-inclusão da pessoa com deficiência pelo Rugby em cadeira de Rodas.

Values Image

Valores

Respeitar as diferenças;

Jamais desistir dos sonhos;

Ética e transparência;

Compromisso com a qualidade dos resultados;

Cooperação e trabalho em equipe;

Champions Image

Campeão brasileiro - Segunda Divisão

Conquistamos a segunda divisão do campeonato brasileiro de 2015 de forma invicta e com destaques individuais para alguns de nossos atletas, como artilheiro, revelação e melhor defensor.

Rugbymania Image

Rugbymania

Nossa equipe já representou o Brasil duas vezes nesse torneio do leste europeu. Melhorando sua participação na segunda edição e conseguindo resultados expressivos contra as seleções da Grécia e República Tcheca. Fomos a primeira equipe brasileira a disputar um torneio europeu.

Results Image

Outros resultados

1º lugar na Taça Amizade em 2012;

3º lugar na Copa América em 2013;

3º lugar na Taça Campinas/SP em 2013;

3º Lugar na Taça Curitiba em 2015;

1º lugar no II Campeonato Mineiro de RCR em 2015;

2° lugar na I Copa do Clube do Remo de RCR em Cataguáses -2015;

1° lugar na Copa Euro Americana - Tigres/Argentina - 2017;

3° lugar no Aberto de Brasília - 2017;

Arnold Image

Arnold Classic Brasil

Representamos a modalidade na primeira edição do evento internacional Arnold Classic com a participação do paradesporto em 2015. Temos orgulho de levar o rugby num evento reconhecido internacionalmente.

Game Image

Jogo Teste Arena Paralímpica

Participamos do evento teste de rugby em cadeira de rodas na arena paralímpica de rugby.

Carnival Image

Comissão de Frente - União da Ilha

Pela primeira vez na história do carnaval carioca, cadeirantes formaram uma comissão de frente. Levamos nossos atletas e as cadeiras de rugby para a avenida e conseguimos ganhar prêmios importantes do carnaval como o Tamborim de Ouro.

CEFAP - Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças

Endereço: Av. Marechal Fontenele, 2906 - Jardim Sulacap, Rio de Janeiro - RJ, 21741-320

Horários: Segundas e Quartas (18:00 - 21:00) / Sábados (8:00 - 12:00)

O Time

Mascote image
Rugby em cadeira de rodas

como você nunca viu...

História

O rugby em cadeira de rodas foi criado em 1977 em Winnipeg, Canadá por um grupo de atletas tetraplégicos que procuravam uma alternativa para o basquete em cadeira de rodas. Eles queriam um esporte que permitisse que jogadores com funções de braços e mãos reduzidas, pudessem jogar com igualdade. O esporte que eles inventaram, originalmente chamado de "Murderball", é agora conhecido como Rugby em Cadeira de Rodas.

History 1

PA - Press Association


O esporte apareceu fora do Canadá em 1979, como uma demonstração na Southwest State University em Minnesota. O primeiro campeonato nacional do Canadá foi realizado no mesmo ano. A formação do primeiro time nos Estados Unidos foi em 1981, e o primeiro campeonato internacional, trazendo times dos Estados Unidos e Canadá, aconteceu no ano de 1982. Durante os anos 80, outros campeonatos locais e internacionais tomaram lugar em vários países. O primeiro campeonato internacional com times de fora da América do Norte foi realizado em 1989 em Toronto, Canadá. Neste, participaram times do Canadá, Reino Unido e Estados Unidos. Este foi um avanço para o desenvolvimento da competição e cooperação internacional. Em 1990, foi incluído nos jogos mundiais em cadeira de rodas como um evento de exibição, que ajudou no rápido crescimento e popularidade do rugby.


Em 1993 com 15 países participando ativamente, o rugby em cadeira de rodas foi reconhecido como um esporte oficial para atletas com deficiência, e a federação internacional de rugby em cadeira de rodas (IWRF) foi estabelecida como uma seção esportiva da Federação International de Esportes em Cadeira de Rodas de Stoke Madeville. No mesmo ano, 7 países participaram dos Jogos Mundiais em Cadeira de Rodas em Stoke Madeville.


Em 1994, o rugby em cadeira de rodas foi oficialmente reconhecido pelo Comitê Paralímpico Internacional como um esporte paralímpico. O primeiro campeonato mundial de rugby aconteceu no ano seguinte em Nottwil, Suiça com 8 times competindo. Em 1996, o rugby em cadeira de rodas foi incluído como um esporte de demonstração nos jogos paralímpicos de Atlanta com 6 países competindo. Em 1998, Toronto, Canadá sediou o segundo campeonato mundial de rugby da IWRF, e 12 países participaram.


O rugby foi reconhecido como um esporte oficial das paralimpíadas em 2000, nos jogos paralímpicos de Sydney, Australia. De lá pra cá, já fez parte dos jogos de Atenas (2004), Pequim (2008), Londres (2012) e Rio (2016). Os campeonatos mundiais e jogos paralímpicos acontecem a cada 4 anos.


Regras

O Esporte

Rugby cadeira de rodas é um esporte coletivo para atletas tetraplégicos e/ou tetraequivalentes. O objetivo é levar a bola através de linha de gol da equipe adversária para marcar pontos. Parece simples, mas é bem mais complexo que isso. Iremos explicar detalhadamente todas as regras e características do esporte.

O Jogo

As Equipes

Uma partida de rugby consiste em dois times de quatro jogadores cada. Cada time poderá ter em quadra até 8 pontos relativos a classificação funcional dos atletas (veremos no próximo tópico). Esse limite exige que haja igualdade entre as equipes e torna o esporte muito mais interessante, já que as equipes podem variar suas combinações táticas de acordo com cada adversário.

O elenco pode ser formado por até 12 jogadores de ambos os sexos. Todas as equipes deverão ter um ou dois capitães, que serão responsáveis pela comunicação com a arbitragem.

History 1

Joon Ho Kim

Classificação Funcional

Todos jogadores são classificados de acordo com o seu nível de funcionalidade. Uma escala de pontuação foi criada para nivelar os atletas de acordo com suas habilidade. Essa escala começa em 0.5 (atleta mais comprometido) até 3.5 (atleta menos comprometido), variando de 0.5 em 0.5, dependendo das habilidades de cada jogador. Para uma avaliação mais justa e menos subjetiva e/ou superficial, uma vasta documentação foi elaborada, baseada não apenas no diagnóstico da lesão, como também nas habilidades específicas de cada atleta. Essa documentação pode ser encontrada clicando AQUI. Toda avaliação é realizada por profissionais de saúde qualificados. Atletas de defesa tem a classificação funcional de 0.5 até 1.5 e os atacantes de 2.0 até 3.5.

Tempo de Jogo

O jogo é dividido em 4 tempos de 8 minutos de bola rolando, ou seja, o cronômetro é parado a cada interrupção da partida. Dois pequenos intervalos de 1 minuto são dados antes do segundo e do último quarto e um intervalo de 5 minutos na metade da partida. No caso de empate ao final do último quarto, será adicionado um tempo extra de 3 minutos. Se persistir o empate, esse tempo extra será repetido até que haja um vencedor.

Arbitragem

Dois árbitros apitam o jogo dentro de quadra. Fora desta, um terceiro árbitro é o delegado técnico que fiscaliza os oficiais de mesa, que por sua vez, auxiliam na organização do jogo: Controlador do placar, controlador do tempo de jogo e controlador do tempo de penalidade.

Substituições

Não há limite de substituições. Cada equipe poderá solicitá-las após uma interrupção que não seja um gol. O jogador que entrar em quadra terá que passar primeiro na mesa de substituições com o seu cartão de classificação funcional e retirá-lo quando sair de quadra.

Timeout

Cada time possui seis timeouts por partida, sendo 4 tempos de até 30 segundos e 2 de 1 minuto. No caso de tempo adicional, os tempos restantes serão levados para o extra time e cada equipe receberá 1 tempo adicional por cada tempo extra. Ambas as equipes podem efetuar o pedido de tempo durante uma interrupção da partida, mas com a bola em jogo, somente a equipe que possuir a posse de bola poderá fazê-lo. Os tempos de 30 seguntos poderão ser solicitados pelos jogadores ou técnico, porém, somente o técnico ou assistente do técnico poderão solicitar os tempos de 1 minuto. O timeout solicitado por um técnico só será acatado quando a bola estiver morta.

Tempo de Equipamento

Se a cadeira de rodas ou qualquer outro equipamento do atleta apresentar problemas durante a partida, poderá ser pedido o timeout de equipamento. Esse pedido será acatado de acordo com a interpretação da situação e do momento do jogo pela arbitragem. Por exemplo, se houver risco a segurança dos atletas o tempo deverá ser dado imediatamente. Porém, se não houver risco e a equipe adversária estiver com a posse da bola, o tempo de equipamento será acatado assim que a posse de bola adversária estiver terminada. Uma vez pedido o timeout de equipamento, a equipe terá 1 minuto para resolver o problema do atleta. Caso o tempo não seja suficiente, o jogador deverá ser substituido ou pode se pedir um timeout (normal) para tentar resolver o problema. A substituição só poderá ser permita se o mau funcionamento do equipamento do atleta o impedir de jogar.

Jogador Caído

Quando um jogador sofre uma queda, deverá haver um interrupção do jogo para que membros da equipe do atleta possam colocá-lo pronto para o jogo novamente.Essa interrupção poderá ser imediata ou não, de acordo com a interpretação do árbitro sobre a segurança dos atletas. O jogador com a posse de bola não poderá tocar o chão com nenhuma parte do corpo ou da cadeira de rodas, exceto as rodas. Será marcada uma violação por vantagem física caso isso ocorra.

Jogando

Início de Jogo

A saída de bola é a mesma do basquete, o árbitro lança a bola ao alto no meio da quadra e dois jogadores, um de cada equipe, ficam posicionados lado a lado disputando o toque na bola. O tempo de jogo só começa a contar quando a bola é tocada. O atleta que estiver na disputa da bola não pode segurar a bola, apenas tocá-la para um companheiro. Essa disputa só acontece no primeiro quarto e nos tempos extras. Nas demais frações do jogo, a posse de bola é alternada, a equipe que perdeu a disputa de bola terá direito a posse da bola no tempo seguinte e assim por diante, alternadamente.

Rules 2

Joon Ho Kim

Ponto de Jogo

Como no rugby tradicional, o ponto é computado quando o atleta atravessa, com a posse da bola, a linha do gol adversário, demarcada pelos cones. É considerada posse de bola, o controle da bola com as mãos, no colo ou junto a cadeira do jogador. Basta o atleta atravessar com duas rodas a linha do gol para ser considerado ponto. Nenhum jogador da equipe que estiver atacando poderá permanecer por mais de 10 segundos na área chave. Uma violação por invasão de área será marcada neste caso. No caso da equipe de defesa, esta não poderá ter os quatro atletas dentro da chave ou estará cometendo uma violação “quatro na chave”. Será marcada violação do último jogador que entrou na área de defesa.

Reposição de Bola

A saída de bola acontece atrás da linha do gol, no caso de qualquer outra interrupção, a reposição é na linha lateral. O árbitro entrega a bola para o inbounder (jogador responsável pela reposição de bola), nesse momento a bola está em jogo e o atleta tem 10 segundos para efetuar o passe. Porém, o cronômetro do jogo só é disparado quando outro jogador tocar na bola.

Tempo de Jogada

Após a reposição de bola, a equipe que detém a posse terá 40 segundos para realizar a jogada. Dentro desse tempo, o time deverá atravessar o meio de quadra em até 12 segundos, caso contário ocorrerá uma violação de doze segundos, revertendo a posse de bola. Se ao término dos 40 segundos a equipe não conseguir efetuar o gol, ocorrerá a violação dos 40 segundos, que também reverterá a posse para o time adversário. Uma vez ultrapassada a linha do meio campo, a equipe de ataque não poderá recuar a bola para o campo de defesa. Se ocorrer o recúo, será marcada uma violação de recúo de quadra, revertendo a posse de bola.

Faltas

Existem quatro tipos de falta: comum, técnica, anti-desportiva e desqualificadora.

– Comum – Falta cometida numa ação normal da partida. Por exemplo, se na tentativa de roubar a bola do adversário, o atleta cometer uma violação por uso ilegal das mãos, será considerada uma falta comum. Esta, acarretará na perda da posse de bola, se for cometida por um jogador de ataque e na punição de 1 minuto fora de quadra se for cometida por um jogador de defesa. Se o defensor cometer a falta na iminência do gol adversário será marcado o penalty gol que significa a marcação do gol adversário ao invés da penalidade de 1 minuto.

Rules 3

Joon Ho Kim



– Técnica – Ocorre quando há um atitude desrespeitosa aos árbitros por parte de um jogador ou pela comissão técnica ou quando um regra do jogo é descumprida. Exemplos mais comuns de faltas técnicas:

– Uso inapropriado de palavras com oficiais, espectadores ou adversários;

– Adiar o jogo por, por exemplo, evitando que a bola seja resposta rapidamente em jogo;

– Impedindo que um jogador retorne em quadra após reposição da bola;

– Se recusar a dirigir-se para área de penalidade de um minuto;

– Jogar com uma cadeira ilegal;

– Parar o jogo por motivos inexistentes, como o pedido de manutenção do equipamento;

– Estourar a pontuação permitida em quadra

Um jogador que cometer uma falta técnica será punido com a penalidade de 1 minuto. Se a falta for cometida por um membro da comissão técnica, um jogador da equipe deverá ser indicado para cumprir essa penalidade.

– Anti-desportiva – Se uma falta comum for cometida colocando em risco a segurança do adversário, essa será considerada uma falta anti-desportiva. O atleta será punido com 1 minuto na área de penalidade independente de ter sido marcado o “penalty gol”. Uma falta “spinning” é um exemplo de uma penalidade anti-desportiva.

– Desqualificadora – Qualquer falta claramente anti-desportiva e perigosa é considerada desclassificatória. Agressões, tentativa de golpear um jogador caído ou linguagem ofensiva contínua são alguns exemplos. Um atleta desclassificado deverá sair imediatamente da partida e deverá deixar a área de jogo. O técnico deverá eleger um substituto para o jogador expulso que entrará em quadra após cumprir 1 minuto de penalidade pelo jogador eliminado. Essa penalidade deverá ser cumprida na totalidade de 1 minuto, independentemente do gol do adversário.

Definições de Faltas

– Falta “batida” – Ocorre quando um jogador bate a cadeira no outro com excesso de velocidade ou força, assim arriscando a lesionar o adversário.


– Falta “contato prévio” – Ocorre quando um jogador faz contato o adversário ou adquire uma vantagem enquanto a bola estiver morta. Cada equipe receberá um aviso em cada meio-tempo de jogo antes que seja marcada esta falta.


– Falta “Saída do Gol” – Ocorre quando um jogador em posse da bola sai da quadra pela linha de gol e retorna sem marcar um gol.


– Falta “Quatro na Chave” – Ocorre quando a equipe defendendo tem seus quatro jogadores em sua própria área chave.


– Falta “segurar” – Ocorre quando um jogador agarra ou segura o corpo ou a cadeira de seu oponente com a mão ou qualquer outra parte de seu corpo, ou mesmo se inclina sobre o outro jogador, assim impedindo-o de se mover.


– Falta “Saída de Quadra” – Ocorre quando o jogador, que estiver em posse da bola, sair da quadra em qualquer lugar menos pela linha de gol, para obter uma vantagem. O jogador sem a posse da bola pode sair de quadra por causa de contato de jogo ou para se prevenir de uma situação de risco, porém não poderá obter vantagem ao voltar para quadra. A “Saída de Quadra” também ocorre quando um jogador sem a posse da bola saí da quadra por sua linha de gol enquanto a posse é do adversário, ou quando sair pela linha de gol do adversário enquanto sua equipe estiver em posse da bola.


– Falta “empurra” – Ocorre quando um jogador faz um contato legal com o adversário, mas aplica uma força continuada para empurrar o adversário de uma posição legal para uma ilegal; ou quando o jogador usa suas mão para literalmente empurrar o adversário e/ou sua cadeira. A falta também será marcada quando um jogador se utiliza do empurrão para auxiliar seu companheiro a defender ou marcar um gol.


– Falta “Uso Ilegal das Mãos” – Ocorre quando um jogador usa suas mãos ou braços para disputar a bola e atingi alguma parte do corpo de outro jogador.


– Falta “Spinning” – Ocorre quando um jogador atingi a cadeira de seu adversário por trás, causando que a cadeira gire e colocando em risco a segurança de seu oponente.


– Falta de “Um Metro” – Ocorre quando qualquer jogador invade o espaço de 1 metro, reservado para o imbounder retornar a quadra, antes que o jogador repondo a bola solte-a.


– Falta “Armadilha” – Ocorre quando o jogador em posse da bola é marcado por dois defensores de tal modo que seja impedido de mover a cadeira em qualquer direção. O jogador preso devera se livrar por conta própria ou tocar a bola para um companheiro dentro de dez segundos.



Referências e Links Úteis

Equipamentos

Cadeiras de Jogo

Todos os atletas utilizam cadeiras de rodas especiais, que os protegem e permitem um impacto maior. Todas elas são manuais e existem dois tipos de cadeiras: as de ataque e as de defesa. A construção das mesmas são especificadas por normas bem definidas que padronizam as cadeiras e impedem que existam vantagens entre os atletas. Todas as regras sobre as especificações das cadeiras de jogo você poderá encontra no site da IWRF através desse LINK Apesar de ser um esporte de contato, o número de lesões no rugby em cadeira de rodas é baixo. Os jogadores utilizam faixas ou cinturões para prender as pernas, os pé e o tronco na cadeira. Caso a cadeira capote, o atleta está bem amarrado a cadeira, protegendo várias partes do corpo na queda.

.
Equipment 1

Cadeira de Ataque - Vesco Metal Craft Chair

Cadeiras de Ataque

São desenvolvidas para uma maior velocidade e destreza. Possuem um para-choque dianteiro e asas que impedem que outras cadeiras (defesa) as segurem. São mais compactas que as cadeiras de defesa, o que permite que o atleta possa ter mais mobilidade entre outras cadeiras que estejam na sua marcação. São utilizadas por atletas com classificação funcional equivalente a 2.0 ou superior.

Cadeiras de Defesa

Equipment 2

Cadeira de Defesa - Vesco Metal Craft Chair

Possuem uma grade dianteiro que serve para prender a cadeira do adversário, impedindo ou retardando o progresso do mesmo, como se fossem ganchos. Essas grades também possuem especificações sobre suas medidas e posicionamento. As cadeiras de defesa são utilizadas por atletas com classificação funcional equivalente a 1.5 ou inferior.

Proteção e Bola

Luvas - Para evitar lesões nas mãos, os jogadores utilizam luvas especiais, geralmente revestidas com alguma borracha para dar mais proteção e aderência para tocar as rodas. Não existe um padrão para as luvas, portanto, cada atleta tem liberdade para criar a proteção que mais se adequar ao seu jogo.

Manguitos - Alguns jogadores também utilizam manquitos para proteger os braços. Quanto maior o comprometimento das mãos, maior a necessidade de utilizar o antebraço para frear a cadeira.

Cintos ou cinturões - Também é utilizado o recurso dos cintos abdominais. Grande parte dos atletas utilizam esse equipamento para compensar a falta de controle de tronco. Alguns atletas de ataque (das classe mais altas 3.0 - 3.5) não utilizam o cinto, possibilitando uma mobilidade maior com o tronco.

Também são utilizados faixas ou cintos nas pernas e nos pés dos atletas. Além de evitar lesões nos membros inferiores, esses equipamentos também controlam os espasmos que as pessoas com lesão medular possuem.

Bola - Diferentemente do rugby convencional, o rugby em cadeira de rodas não utiliza uma bola oval. A bola utilizada tem as mesmas medidas de uma bola de volei, facilitando o manuseio da mesma por atletas com comprometimento nos membros superiores.

Equipment 3

Joon Ho Kim

Quadra

Dimensões da Quadra

Assim como nas quadras de basquete, as dimensões da quadra de jogo são de 28 metros de comprimento por 15 metros de largura. É demarcada pelas linhas laterais, linha do meio campo, linhas de fundo, círculo central e duas pequenas áreas de 1,75 metro por 8 metros que são chamadas de chaves. O círculo central possui o diâmetro de 3,6 metros.

Área de Penalidade (Penalty Box) - São áreas, ao lado da mesa dos árbitros de penalidade (Oposta ao bancos de reservas), onde os jogadores ficam durante os minutos que permanecem fora de jogo devido alguma falta que cometeu.

Área de Substituição - São áreas, ao lado do banco de reserva, onde os atletas permanecem esperando até a autorização para que a substituição ocorra.

A linha de fundo, delimitadas pela área chave, é a linha de gol. Para facilitar a visualização desta linha pelos jogadores, são utilizados os demarcadores de gol (geralmente são utilizados cones em cada ponta).

.
Court 1



Rugby no Mundo

Atualmente, existem mais de 40 países praticando a modalidade, ou que estão desenvolvendo o rugby nos seus países. A IWRF inclui três zonas: As Américas, com 6 países ativos, A Europa, com 14 países ativos e a Ásia, com 6 países ativos.



World Rugby Image

Thelma Vidales




Ranking

Ranking Mundial

Julho de 2017

IWRF - International Wheelchair Rugby Federation
  • 1. Australia

  • 2. United States of America

  • 3. Japan

  • 4. Canada

  • 5. Great Britain

  • 6. Sweden

  • 7. France

  • 8. Denmark

  • 9. New Zealand

  • 10. Poland(+2)

  • 11. Germany(-1)

  • 12. Ireland (-1)

  • 13. Finland

  • 14. Switzerland

  • 15. Austria

  • 16. Belgium

  • 17. Italy

  • 18. Colombia

  • 19. Brazil

  • 20. Argentina

  • 21. Czech Republic

  • 22. Russia

  • 23. Korea

  • 24. Chile

  • 25. South Africa

  • 26. Israel

  • 27. Norway

  • 28. Netherlands

  • 29. Mexico

Ranking 1

The Guardian

Ranking Nacional

ABRC - Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas
  • 1. Gigantes

  • 2. Minas Javali

  • 3. Gladiadores

  • 4. Santer Vikings

  • 5. BSB

  • 6. Irefes

  • 7. Cetef Lobos

  • 8. Adeacamp

  • 9. MSB Dragões

  • 10. Águias Rugby

  • 11. Ronins

  • 12. Titâs

  • 13. Locomotiva

  • 14. Touros

  • 15. CEAB

Ranking 2

Joon Ho Kim




Fale Conosco

contactus Image

Mande sua mensagem. Entre para a família Santer! Seja um Viking.

Endereço

Av. Marechal Fontenelle, 2906 - Sulacap - RJ

Contato

santer@santer.org.br